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81% dos jovens apresentam fatores de risco para doenças crônicas

Sedentarismo, tabagismo e consumo regular de guloseimas estão entre os hábitos que podem gerar doenças crônicas na vida adulta

André Silva Por André Silva
5 de agosto, 2024
em Sem categoria
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81% dos jovens apresentam fatores de risco para doenças crônicas

Foto: reprodução

Um estudo realizado com mais de 120 mil adolescentes brasileiros entre 13 e 17 anos revelou um dado preocupante: cerca de oito em cada dez jovens apresentam pelo menos dois fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), grupo que engloba quadros como diabetes, doenças cardiovasculares e câncer.

A pesquisa foi conduzida por cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e publicada na revista BMC Pediatrics.

O grupo utilizou dados da edição de 2019 da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), que questionou os estudantes sobre temas como dieta, exercício físico e consumo de drogas — e descobriu que alguns comportamentos de risco fazem parte da rotina de grande parte dos adolescentes brasileiros.

Fatores de risco para doenças crônicas

Os fatores de risco comportamentais mais prevalentes foram:

  • falta de atividade física (71,5%);
  • ingestão irregular de frutas e vegetais (58,4%);
  • sedentarismo (54,1%);
  • consumo regular de guloseimas (32,9%);
  • consumo de bebidas alcoólicas (28,1%);
  • consumo regular de refrigerantes (17,2%);
  • tabagismo (6,8%).

De acordo o estudo, 81,3% dos adolescentes brasileiros apresentavam dois ou mais desses hábitos considerados nocivos. Outros 14,8% relataram ao menos um fator de risco e apenas 3,9% não declararam nenhum desses comportamentos.

Ainda segundo a análise, os adolescentes de 16 e 17 anos, residentes na região Sudeste do Brasil, e aqueles que autoavaliaram sua saúde como ruim ou muito ruim foram os mais propensos a apresentar múltiplos fatores de risco comportamental. Já os adolescentes do sexo masculino, pardos e residentes em áreas rurais apresentaram a menor probabilidade.

Comportamentos que impactam vida adulta

O resultado preocupa porque comportamentos adquiridos na adolescência tendem a perdurar e se acumular na vida adulta e porque as DCNTs são responsáveis por cerca de 74% de todas as mortes no mundo, de acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Compreender e abordar os comportamentos de risco durante a adolescência são cruciais para melhorar os resultados de saúde a longo prazo e reduzir a carga de doenças na idade adulta”, afirmou Alanna Gomes da Silva, pesquisadora na Escola de Enfermagem da UFMG e coautora da pesquisa, em comunicado da universidade.

“Há uma necessidade urgente de abordagens dinâmicas e proativas que capacitem os adolescentes a assumir a corresponsabilidade por sua saúde. Ao mesmo tempo, a implementação de políticas intersetoriais é crucial para promover melhores condições de vida e saúde”, defendeu.

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