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Home Saúde

63% dos brasileiros acreditam na eficácia de medicamentos genéricos

Além disso, 57% acreditam que eles são feitos com ingredientes de qualidade igual aos de referência

André Silva Por André Silva
22 de maio, 2025
em Saúde
0
63% dos brasileiros acreditam na eficácia de medicamentos genéricos

Foto: Shutterstock

Em maio é comemorado o Dia do Medicamento Genérico, data que marca a entrada em vigor da Lei dos Medicamentos Genéricos (Lei nº 9.787), sancionada em 1999. Essa legislação permitiu a produção e comercialização desses medicamentos no Brasil, ampliando o acesso da população a tratamentos de qualidade com preços mais acessíveis.

Em celebração a essa data e aos avanços conquistados, o Instituto Locomotiva, em parceria com a Neo Química, realizou uma pesquisa que mostra que 63% da população considera os medicamentos genéricos tão eficazes quanto os de marca. Além disso, 57% acreditam que eles são feitos com ingredientes de qualidade igual aos de referência.

No entanto, o estudo mostra que:

  • 4 a cada 10 brasileiros ainda não sabem exatamente a diferença entre medicamentos de referência, similares e genéricos;
  • 18% acreditam que genéricos demoram mais para fazer efeito e que causam mais efeitos colaterais do que os de marca; e
  • 17% pensam que são apenas para as doenças menos graves.

Mitos e verdades

Para tirar as dúvidas sobre o assunto, confira mitos e verdades.

“Genéricos não são tão eficazes quanto os medicamentos de marca”

Mito. Os medicamentos genéricos possuem o mesmo princípio ativo na mesma dose e forma farmacêutica que os medicamentos de referência, além de terem a eficácia e segurança comprovadas cientificamente pela Anvisa, principal órgão regulador do Brasil.

“Eles só chegam à população depois de passar por rigorosos testes, sendo que o principal é o de bioequivalência, que é a garantia de que o ativo será absorvido pelo corpo na mesma taxa e quantidade, assim como o medicamento de referência”, explica o Dr. Márcio de Queiroz Elias. gerente médico da Neo Química (CRM 82558/SP).

“Medicamentos genéricos e similares são diferentes”

Verdade. Os genéricos não têm nome comercial e são identificados apenas pelo nome da molécula, presente na sua embalagem junto a uma letra G.

Já o similar deve ser identificado pela marca ou nome comercial, e pode apresentar diferenças em quesitos como tamanho, forma, validade, embalagem ou rótulo.

“Os medicamentos genéricos custam, em média, 60% mais barato que os medicamentos de referência nas farmácias”

Verdade. De acordo com a PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos)2, eles são 60% mais em conta do que os de marca nas farmácias brasileiras.

Desde a criação da Lei nº 9.787, os genéricos proporcionaram mais de R$281 bilhões em economia para a população3. Assim, são mais acessíveis e ampliam o acesso da população aos tratamentos para retomar a saúde, com qualidade e preço justo.

“Os medicamentos genéricos são muito baratos, por isso não posso confiar neles”

Mito. Os medicamentos genéricos são confiáveis, seguros e eficazes. A Lei dos Genéricos estabeleceu que as patentes dos fabricantes de medicamentos têm duração de 20 anos e, quando o período termina, os medicamentos podem ser produzidos por outras indústrias. Ou seja, eles são mais baratos por não precisarem de investimento em pesquisa inédita para o seu desenvolvimento.

Metodologia

A pesquisa nacional do Instituto Locomotiva foi realizada para aprofundar o entendimento de qualidade de vida e bem-estar para a população brasileira, mapeando hábitos e cuidados no contexto pós-pandemia e indicando caminhos que podem contribuir com o bem-estar da população.

O estudo foi desenvolvido em duas etapas: qualitativa e quantitativa. Na primeira, foram formados seis grupos de discussão online, compostos por homens e mulheres com mais de 25 anos, das regiões Nordeste, Sudeste e Sul, pertencentes às classes sociais B e C.

Na etapa quantitativa, foi realizada uma pesquisa digital com 1.408 pessoas maiores de idade, das classes A, B e C, de todas as regiões do Brasil. A margem de erro da pesquisa é de 2,6 pontos percentuais, o que significa que os resultados podem variar dentro dessa faixa.

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