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Aprender com saúde

Entre brincadeiras e aprendizados, o período de volta às aulas também pode propiciar o surgimento de algumas doenças nas crianças, o que requer a atenção de pais e responsáveis

André Silva Por André Silva
19 de julho, 2024
em Saúde
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Aprender com saúde

Foto: Reprodução

Depois das férias, chega o momento de retornar às atividades escolares, muitas vezes marcado pelo surgimento de algumas doenças. Isso pode acontecer porque as crianças ficam mais aglomeradas em ambientes fechados, juntas no transporte escolar e trocando brinquedos e objetos, facilitando a transmissão de viroses, além de verminoses e arboviroses.

Aliás, com o tempo mais frio nesta época, muitos vírus entram em ação. “As doenças variam conforme a idade, então as crianças menores são mais sujeitas a determinados tipos de enfermidades, como as virais, porque nesta faixa etária, o sistema imunológico está em desenvolvimento”, explica o presidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Dr. Abelardo Bastos Pinto Júnior.

Segundo ele, as infecções respiratórias são mais comuns nos primeiros dois anos de vida, principalmente aquelas causadas por vírus sinciciais. Vale destacar o vírus sincicial respiratório, que causa a bronquiolite, principalmente nos bebês. Nos casos leves, os sintomas são parecidos com o do resfriado, mas nos graves, a bronquiolite apresenta chiado no peito e dificuldade de respirar.

Já em crianças maiores, os quadros mais frequentes são as gripes, os resfriados e as infecções de garganta, geralmente causados por rinovírus, adenovírus ou influenza. Esses quadros costumam causar febre; tosse; espirros; secreção nasal; nariz entupido; dores no corpo; cansaço; e garganta dolorida. A transmissão ocorre pelo contato direto com pessoas ou objetos contaminados.

“Há também as pneumonias, as conjuntivites, as gastroenterites e as infecções de pele, que vão requerer muita atenção pelo risco de afastamento da criança da escola, do convívio social e, em alguns casos, como as meningites virais e as pneumonias, com risco de vida”, afirma o especialista.

O tratamento das viroses demanda, normalmente, descanso, reforço da ingestão de líquidos e medicações específicas, sempre sob orientação médica.

“Os pais não devem levar o filho doente para a escola de jeito nenhum. Uma criança passa para a outra e então o vírus vai sofrendo mutações e prolongando a doença na escola”, frisa o membro da SBP, comentando que o risco de complicações é maior em crianças com sistema imunológico mais sensível.

Além disso, é fundamental a prevenção por meio de vacinas, disponíveis para a maioria dessas doenças no Sistema Único de Saúde (SUS). “É muito importante o acompanhamento pediátrico para auxiliar a família a manter o calendário vacinal em dia e a evitar essas complicações desagradáveis”, diz.

Foco na higiene pessoal

Lombriga, esquistossomose, giárdia são algumas das infecções por vermes frequentes nas crianças, com sintomas, como vômito, diarreia, dor na barriga e falta de apetite.

“As verminoses são doenças democráticas: elas acometem ambos os sexos, não respeitam classe social e a região em que a pessoa está”, diz o Dr. Bastos Pinto Júnior.

Segundo ele, a transmissão das verminoses ocorre, normalmente, por meio de ferimentos na pele ou ingestão de água e alimentos contaminados por parasitas, como é o caso do áscaris, a famosa lombriga; a giárdia; a ameba; e o oxiúro (este provoca prurido na região anal).

Entretanto, há outras formas de transmissão. A ancylostoma, por exemplo, é um parasita comum na criança que anda descalça. Já a esquistossomose é transmitida pelo contato com água doce onde existam caramujos; a tênia solium, conhecida como solitária, é comum na carne de porco malcozida.

Os cuidados com higiene são essenciais para evitar as verminoses: lavar as mãos antes das refeições e antes e após o uso do banheiro; lavar bem os alimentos, especialmente os crus; beber somente água filtrada; e evitar andar descalço.

De acordo com o especialista, os medicamentos para tratamento dependem dos sintomas apresentados pela criança, sendo que os mais comuns são albendazol, mebendazol e mentromidazol (este último é indicado para infeções de parasitas microscópicos, como giárdia e ameba).

Atenção às arboviroses

Neste momento em que o Brasil vive uma epidemia de dengue, as arboviroses merecem atenção e cuidados redobrados, embora não estejam relacionadas diretamente ao período de volta às aulas.

Dengue, chikungunya e zika são exemplos de arboviroses transmitidas pela picada da fêmea do Aedes aegypti (não ocorre transmissão de uma criança para outra), daí a importância de eliminar os focos do mosquito.

“A dengue é uma doença de alto risco e, o que é pior, tem quatro sorotipos diferentes. A cada nova infecção que a pessoa tiver, a gravidade aumenta”, afirma o Dr. Bastos Pinto Júnior.

Segundo ele, os sintomas da dengue são: febre alta, manchas vermelhas na pele, dor de cabeça, nas articulações, nos olhos, e fadiga. “As complicações são seríssimas. Embora a criança possa apresentar náusea, vômito e diarreia, o que preocupa é quando evolui para sangramento pelo nariz e gengiva, que pode mostrar o agravamento da doença. O pior período da dengue ocorre entre o terceiro e o sétimo dia, justamente quando a febre cai e você tem a impressão de que está melhorando, mas ali começa o risco do lado hemorrágico da doença”, explica.

O tratamento envolve repouso e hidratação, uma vez que não existe ainda medicação específica para dengue, apenas para analgesia. A imunização é uma medida preventiva importante, porém a vacina QDenga está disponível apenas na rede pública de saúde para crianças de dez a 14 anos neste momento.

O Dr. Bastos Pinto Júnior destaca outras orientações para evitar a dengue: “Passar repelente, colocar tela nas janelas e mosquiteiros nos carrinhos e berços, e usar roupas claras de manga comprida, cobrindo braços e pernas.”

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Vale destacar que os repelentes indicados são aqueles que contêm icaridina, DEET ou IR3535, em concentrações específicas para cada faixa etária, e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Crianças até seis meses de idade não podem usar repelentes.

A chikungunya e a zika apresentam sintomas e tratamento que vão na mesma linha da dengue, inclusive esses quadros muitas vezes se confundem. Na chikungunya, os sintomas são febre alta, dores intensas nas articulações, manchas vermelhas na pele e prurido. Entre os sinais da zika estão: febre baixa, dores leves nas articulações, coceira intensa e vermelhidão nos olhos. Não há medicamentos específicos disponíveis e, assim, para os casos sintomáticos, são recomendados medicamentos para alívio da dor. Os quadros graves podem demandar internação e até evoluir para óbito.

Prevenção é o caminho

Para o Dr. Bastos Pinto Júnior, a prevenção de doenças infantis começa desde a gestação, a partir do momento em que a mãe faz o acompanhamento com obstetra, adota uma alimentação saudável e amamenta o filho.

Nas crianças, para evitar boa parte desses problemas, recomenda-se: alimentação saudável; cuidados de higiene pessoal e saúde bucal; acompanhamento pediátrico regular; vida ao ar livre, praticar atividade física; tempo mínimo de tela; e vacinas em dia.

“Esse conjunto de ações é que vai fazer a criança ter saúde”, afirma o Dr. Bastos Pinto Júnior.

André Silva

André Silva

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