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Obesidade: conheça os medicamentos mais potentes para 2026

Entre as grandes apostas do futuro está o retatrutide, da Eli Lilly, conhecido como agonista triplo por atuar sobre GLP-1, GIP e glucagon

André Silva Por André Silva
7 de janeiro, 2026
em Nutrição
0
Obesidade: conheça os medicamentos mais potentes para 2026

Foto: Shutterstock

O tratamento da obesidade entra em uma nova fase a partir de 2026. Após o sucesso dos agonistas de GLP-1, como a semaglutida e a tirzepatida, a indústria farmacêutica aposta em medicamentos ainda mais eficazes, com novas vias hormonais e formatos mais acessíveis.

A promessa é de resultados expressivos na perda de peso e no controle das doenças associadas, reforçando a obesidade como um problema de saúde e não apenas estético.

Segundo o endocrinologista e preceptor da residência do Hospital Adriano Jorge, Hércules Marques, os medicamentos atuais já representam um avanço importante ao reproduzirem a ação do GLP-1, hormônio liberado pelo intestino após a alimentação.

“Essa liberação funciona como um ‘aviso’ para o organismo de que já houve ingestão de comida, reduzindo a fome e aumentando a sensação de saciedade”, explicou.

Ele destaca que esses fármacos retardam o esvaziamento do estômago e atuam diretamente no sistema nervoso central, diminuindo o apetite.

A evolução mais recente veio com a tirzepatida, que combina a ação do GLP-1 com o GIP, ampliando os efeitos sobre o controle do apetite e da glicose. “Ela vai além dos análogos tradicionais do GLP-1, potencializando os resultados tanto no diabetes quanto na perda de peso”, afirmou o especialista.

Inicialmente desenvolvidos para o diabetes tipo 2, esses medicamentos também demonstraram benefícios cardiovasculares e metabólicos relevantes.

O que vem por aí

Entre as grandes apostas do futuro está o retatrutide, da Eli Lilly, conhecido como agonista triplo por atuar sobre GLP-1, GIP e glucagon. “Essa combinação amplia os mecanismos de ação sobre o metabolismo, o apetite e o gasto energético”, disse Hércules.

Estudos clínicos apontam perdas de peso superiores às observadas com as terapias atuais – especialmente, em pacientes com obesidade mais grave ou associada ao diabetes.

Apesar do entusiasmo, o endocrinologista faz um alerta: o retatrutide ainda está em fase 3 de estudos e não tem liberação comercial. “A previsão de lançamento é apenas para 2027. Qualquer produto anunciado antes disso não é a molécula original e pode representar um risco sério à saúde”, ressaltou.

Outra novidade é o CagriSema, da Novo Nordisk, que combina semaglutida com cagrilintida, um análogo da amilina.

“Essa associação mostrou resultados melhores do que a semaglutida isolada”, explicou o médico, embora destaque que outras moléculas mais recentes apresentaram efeitos ainda mais expressivos. O lançamento também é esperado entre 2026 e 2027.

As versões orais dos medicamentos antiobesidade surgem como um divisor de águas no acesso ao tratamento. O orforglipron, por exemplo, é uma versão oral da semaglutida. “Por não serem injetáveis, esses medicamentos tendem a aumentar a adesão ao tratamento e possivelmente reduzir custos”, afirmou Hércules.

Ainda assim, ele pondera que os preços continuam elevados, o que limita o alcance para grande parte da população.

Com terapias cada vez mais eficazes, a obesidade ganha reforço no reconhecimento como doença crônica. “Ela está associada a diabetes, hipertensão, dislipidemia e aumento do risco cardiovascular. Quanto maior o IMC, maior o risco de mortalidade”, lembrou o endocrinologista.

A expectativa é que, no futuro, esses medicamentos reduzam inclusive a necessidade de cirurgias bariátricas em alguns casos.

Mesmo com tantos avanços, o especialista reforça que os novos remédios não substituem mudanças no estilo de vida. “A obesidade é multifatorial, e o pilar do tratamento continua sendo a reeducação alimentar e a prática regular de atividade física”, afirmou. Ele ressalta que os medicamentos funcionam como aliados, facilitando a adesão a hábitos mais saudáveis.

Por fim, Hércules também alerta para os riscos do uso sem acompanhamento médico e da automedicação. “O tratamento deve começar com doses mais baixas e ser ajustado gradualmente, conforme a tolerância do paciente. Quando isso não acontece, os efeitos colaterais aumentam ou os resultados ficam aquém do esperado. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental para garantir segurança, eficácia e melhores resultados a longo prazo”.

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