Drogaria Farmanato
  • Menu
    • Quem somos
    • Trabalhe conosco
    • SAC
    • Nossas lojas
  • Home
  • Saúde
  • Vida saudável
    • Nutrição
    • Fitness
  • Beleza
  • Encarte
  • Acontece
No Result
View All Result
Drogaria Farmanato
  • Menu
    • Quem somos
    • Trabalhe conosco
    • SAC
    • Nossas lojas
  • Home
  • Saúde
  • Vida saudável
    • Nutrição
    • Fitness
  • Beleza
  • Encarte
  • Acontece
No Result
View All Result
Drogaria Farmanato
No Result
View All Result
Home Doenças

Vírus Nipah: há risco de surto no Carnaval?

Segundo os pesquisadores, de acordo com o atual cenário da doença, a resposta é não

André Silva Por André Silva
12 de fevereiro, 2026
em Doenças, Principais
0
Vírus Nipah: há risco de surto no Carnaval?

Foto: Reprodução

Com mais um surto do vírus Nipah na Índia e a alta letalidade do vírus, começou a circular nas redes sociais a preocupação: o Brasil pode viver mais uma epidemia às vésperas do Carnaval?

O Nipah pode causar infecções respiratórias agudas e encefalite (inchaço do cérebro). É transmitido entre humanos e também de animais como morcegos e porcos.

Segundo os pesquisadores, de acordo com o atual cenário da doença, a resposta é não.

Isso porque o país não abriga o principal hospedeiro para o vírus: os morcegos frugívoros, especialmente da espécie Pteropus. Conhecidos como raposa-voadora, são muito presentes na Ásia e na África e transmitem o vírus.

Segundo o professor Paulo Eduardo Brandão, do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP, isso faz com que o risco para a doença no Brasil seja muito baixo.

“O vírus Nipah ainda não consegue se transmitir de forma eficiente entre pessoas, e por isso não se tornou uma pandemia”, afirma Brandão.

Na última terça-feira (10), o Ministério da Saúde emitiu uma nota desmentindo a confirmação de casos de Nipah no país.

Segundo a pasta, o Brasil “mantém protocolos permanentes de vigilantes a agentes altamente patogênicos e garante que o risco de uma pandemia causada pelo vírus continua sendo considerado baixo”.

“Não há, portanto, nenhuma evidência de disseminação internacional ou risco para a população brasileira”, tranquiliza o ministério.

Alta taxa de letalidade

O vírus Nipah é classificado como prioritário pela OMS devido à sua capacidade de desencadear uma epidemia. Não há vacina para prevenir a infecção e nenhum remédio para curá-la.

Rosana Richtmann, médica infectologista do Grupo Santa Joana, explica que o vírus é muito agressivo do ponto de vista do sistema nervoso central.

“Os sintomas iniciais são como os de qualquer outra virose: dor de cabeça, dor no corpo, febre. Só que eles evoluem em alguns dias para um quadro de alteração do nível de consciência […] que pode evoluir para consequências neurológicas e até para a morte”, detalha a infectologista.

Ela reitera que a preocupação maior com relação ao vírus fica restrita à Índia e a países vizinhos, que têm o hospedeiro principal do vírus, um tipo de morcego.

Como ocorre a transmissão do vírus Nipah

De acordo com a OMS, a doença é considerada zoonótica – ou seja, é transmitida de animais como porcos e morcegos frugívoros para seres humanos.

O vírus também pode ser transmitido por meio de alimentos contaminados e por contato com uma pessoa infectada.

“É um vírus zoonótico, ou seja, que pode passar dos animais para os seres humanos. A transmissão de pessoa para pessoa até pode ocorrer, mas é mais comum em profissionais da saúde”, analisa Richtmann.

Ao entrar no corpo humano, o vírus afeta o sistema respiratório e o sistema nervoso central.

Quais os principais sintomas?

Nem todas as pessoas apresentam sintomas visíveis. Outras, no entanto, desenvolvem sinais e consequências como:

  • Sintomas semelhantes à gripe, incluindo febre, dor de cabeça, dor muscular, fadiga e tontura;
  • Dificuldades respiratórias;
  • Encefalite (inflamação do cérebro que resulta em sintomas como confusão, desorientação, sonolência e problemas neurológicos como convulsões).

Quando o vírus progride rapidamente, há risco de coma e morte. Nos casos mais graves, sobreviventes podem experimentar efeitos neurológicos de longo prazo.

Como é o diagnóstico?

A infecção pode ser diagnosticada com base no histórico clínico durante a fase aguda e de convalescença da doença.

Posts Relacionados

Anvisa alerta para riscos de medicamentos e suplementos indicados por influenciadores

Anvisa alerta para riscos de medicamentos e suplementos indicados por influenciadores

23 de julho, 2026
“Netflix da Farmácia”: plataforma aposta em conteúdo para aproximar indústria e varejo

“Netflix da Farmácia”: plataforma aposta em conteúdo para aproximar indústria e varejo

23 de julho, 2026

El Niño pode aumentar casos de chikungunya e dengue no Brasil

23 de julho, 2026

Nova PrEP injetável mantém alta eficácia e pode transformar a prevenção do HIV

22 de julho, 2026

Os principais testes utilizados incluem a reação em cadeia da polimerase em tempo real (RT-PCR) em fluidos corporais e a detecção de anticorpos por ensaio imunoenzimático (ELISA).

Outros testes utilizados incluem o ensaio de reação em cadeia da polimerase (PCR) e o isolamento do vírus por cultura de células.

Alta taxa de mortalidade

A taxa de mortalidade entre aqueles que contraem o vírus é alta – chega a 70%. Isso acontece porque não há remédio que possa combater a infecção. A única opção é controlar os sintomas.

“Não existe nem vacina, nem tratamento específico. O tratamento que a gente oferece é de suporte, isto é, hidratação e manutenção da pressão. Não existe nenhuma medicação específica”, explica a infectologista.

Surtos anteriores

O vírus Nipah foi inicialmente identificado em 1999 durante um surto que afetou criadores de suínos na Malásia. Desde então, não foram registrados novos surtos desse vírus no país.

Em 2001, o vírus foi identificado em Bangladesh, onde surtos quase anuais têm ocorrido desde então.

Em 2018, a Índia, e mais especificamente a cidade Calecute, relatou seu primeiro – e pior – surto de Nipah, quando 17 dos 18 casos confirmados morreram.

Em 2019, um caso foi relatado no distrito de Ernakulam e o paciente se recuperou. Mas em 2021, um menino de 12 anos na vila de Chathamangalam, infectado, morreu.

Especialistas dizem que, devido à perda de habitat, os animais estão vivendo em maior proximidade com os seres humanos, o que ajuda o vírus a saltar dos animais para os humanos.

De acordo com a OMS, outras regiões também podem estar em risco de infecção, uma vez que evidências do vírus foram encontradas em reservatórios naturais conhecidos, como a espécie de morcego Pteropus, e em várias outras espécies de morcegos em diversos países, incluindo Camboja, Gana, Indonésia, Madagascar, Filipinas e Tailândia.

Fonte: Guia da Farmácia
André Silva

André Silva

Posts Relacionados

Anvisa alerta para riscos de medicamentos e suplementos indicados por influenciadores
Saúde

Anvisa alerta para riscos de medicamentos e suplementos indicados por influenciadores

Por André Silva
23 de julho, 2026
“Netflix da Farmácia”: plataforma aposta em conteúdo para aproximar indústria e varejo
Saúde

“Netflix da Farmácia”: plataforma aposta em conteúdo para aproximar indústria e varejo

Por André Silva
23 de julho, 2026
El Niño pode aumentar casos de chikungunya e dengue no Brasil
Doenças

El Niño pode aumentar casos de chikungunya e dengue no Brasil

Por André Silva
23 de julho, 2026
Proximo post
Norma da Anvisa sobre receitas controladas impressas entra em vigor

Norma da Anvisa sobre receitas controladas impressas entra em vigor

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Recomendados

Anvisa alerta para riscos de medicamentos e suplementos indicados por influenciadores

Anvisa alerta para riscos de medicamentos e suplementos indicados por influenciadores

23 de julho, 2026
“Netflix da Farmácia”: plataforma aposta em conteúdo para aproximar indústria e varejo

“Netflix da Farmácia”: plataforma aposta em conteúdo para aproximar indústria e varejo

23 de julho, 2026
El Niño pode aumentar casos de chikungunya e dengue no Brasil

El Niño pode aumentar casos de chikungunya e dengue no Brasil

23 de julho, 2026
Nova PrEP injetável mantém alta eficácia e pode transformar a prevenção do HIV

Nova PrEP injetável mantém alta eficácia e pode transformar a prevenção do HIV

22 de julho, 2026
Pesquisa brasileira avança e pode transformar o diagnóstico precoce do câncer

Pesquisa brasileira avança e pode transformar o diagnóstico precoce do câncer

22 de julho, 2026
Anvisa manda apreender lotes de azeite e doces; veja de quais marcas

Anvisa manda apreender lotes de azeite e doces; veja de quais marcas

22 de julho, 2026

© Farmanato Comercio de Medicamentos Ltda. Todos os direitos reservados. 10.700.167/0001-19

Nossas Redes

No Result
View All Result
  • Menu
    • Quem somos
    • Trabalhe conosco
    • SAC
    • Nossas lojas
  • Home
  • Saúde
  • Vida saudável
    • Fitness
    • Nutrição
  • Beleza
  • Encarte
  • Acontece

© Fcnn Comercio de Medicamentos Ltda. Todos os direitos reservados. 26.843.356/0001-80