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Conheça os efeitos de misturar álcool com medicamentos para emagrecer

A combinação entre álcool e essas medicações pode provocar uma série de efeitos adversos, alguns deles graves, mesmo quando o consumo de bebida ocorre de forma social

André Silva Por André Silva
10 de fevereiro, 2026
em Saúde
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Conheça os efeitos de misturar álcool com medicamentos para emagrecer

Foto: Reprodução

É preciso ficar atento aos riscos de ingerir bebida alcoólica durante o uso de medicamentos para emagrecer, especialmente os injetáveis utilizados no controle de peso e da diabetes, afirmou o médico Antônio Henriques no quadro “Consultório JM”, que vai ao ar todos os sábados na Rádio Caturité FM.

Segundo o especialista, a combinação entre álcool e essas medicações pode provocar uma série de efeitos adversos, alguns deles graves, mesmo quando o consumo de bebida ocorre de forma social.

“As principais consequências são sintomas como náuseas, vômitos e desidratação. O consumo de álcool, mesmo socialmente, não é indicado pela imprevisibilidade da ação do álcool quando associado a essas medicações”, explicou Henriques.

O médico destacou que esses medicamentos retardam o esvaziamento gástrico, fazendo com que o álcool demore mais a ser absorvido pelo organismo, o que pode enganar a pessoa sobre a quantidade ingerida.

“Como o esvaziamento do estômago está lento, o pico alcoólico pode atrasar e subir de uma vez. A pessoa pode não sentir o efeito do álcool de imediato, beber mais achando que está fraco, e depois ter um pico súbito, aumentando o risco de quedas, acidentes e intoxicação”, alertou.

Henriques comparou o processo a uma fila que anda mais devagar: “É como se o estômago fosse uma fila que passa a andar lentamente. Quando o álcool finalmente chega ao intestino, ele é absorvido de uma vez.”

Outro fator de risco é o consumo de álcool em jejum, já que essas medicações também reduzem o apetite. “Beber em jejum ou comendo muito pouco potencializa náuseas, vômitos e pode causar hipoglicemia tardia, especialmente em pessoas que usam insulina ou medicamentos indicados para diabéticos”.

O médico ressaltou que pular uma dose do medicamento para poder beber não é seguro, pois os efeitos das drogas permanecem no organismo por semanas.

“Nem mesmo pular uma dose é seguro. A semaglutida, por exemplo, tem meia-vida de cerca de sete dias, mas permanece no corpo por cinco a sete semanas após a última aplicação. Ou seja, pular uma dose não zera o efeito farmacológico e ainda pode desorganizar todo o tratamento”, afirmou.

Complicações da combinação de álcool com medicamentos

Além dos sintomas mais comuns, Henriques chamou atenção para complicações menos frequentes, porém graves, como pancreatite aguda, doenças da vesícula, lesão renal aguda por desidratação e, em casos extremos, convulsões.

“A pancreatite causa uma dor forte e contínua na parte alta do abdômen, podendo irradiar para as costas e vir acompanhada de vômitos. Já as doenças da vesícula podem provocar dor do lado direito do abdômen, febre e até icterícia, quando a pessoa fica amarelada”, detalhou.

O médico reforçou que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não existe nível seguro de consumo de álcool para a saúde.

“Mesmo quando a combinação não é diretamente a causa do problema, o álcool interfere na forma como o organismo responde ao medicamento. O álcool é hepatotóxico e, somado aos efeitos gastrointestinais dessas drogas, pode precipitar complicações importantes”.

Henriques finalizou destacando que o risco se torna ainda maior quando o álcool é associado a outras substâncias.

“O quadro pode se agravar ainda mais se, junto com os injetáveis e o álcool, houver o consumo de entorpecentes. Por isso, o ideal é evitar completamente essa combinação”, concluiu.

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