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Home Saúde

Medicamentos vencidos e mal armazenados podem colocar sua saúde em risco

Deixar de seguir as instruções contidas na bula e nas embalagens pode trazer riscos à saúde e prejudicar a eficácia do produto

André Silva Por André Silva
14 de julho, 2025
em Saúde
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Medicamentos vencidos e mal armazenados podem colocar sua saúde em risco

Foto: CFF

A busca pela saúde e bem-estar tem levado a população a utilizar cada vez mais medicamentos. Mas já parou para pensar que existe um trabalho científico rigoroso para determinar as condições ideais que esses produtos devem ser conservados e sobre os reais riscos de consumi-los com o prazo de validade vencido? O farmacêutico toxicologista Antônio Anax Falcão integra o Grupo de Trabalho sobre Toxicologia do Conselho Federal de Farmácia (CFF) e comenta que o tema é recorrente nas reuniões, pois há uma preocupação sobre como estes fatores são encarados no dia-a-dia pela sociedade.

De acordo com o especialista, todo processo de obtenção de uma substância química, chamado de síntese, por mais que seja otimizado e controlado, pode deixar resquício de alguma substância que não reagiu, nesse caso considerada “impureza”. O controle de impurezas no setor farmacêutico é alvo de escrutínio regulatório, que se reflete no aumento de exigências sanitárias para garantir a qualidade e segurança dos produtos no mercado.

“Estes resquícios presentes em um medicamento, chamados de impurezas, podem ou não representar um risco à saúde, o que deve ser avaliado e compor o conjunto de evidências apresentadas ao órgão regulador no pedido de registro de um produto. Dado o caráter global do setor, existem atualmente padrões internacionais para a avaliação e controle de impurezas em medicamentos, que funcionam como parâmetro de harmonização de boas práticas em diversos países. No Brasil, a Anvisa adota esses padrões”, explica.

A determinação do prazo de validade e das condições de armazenamento são obtidas após a aplicação de testes específicos para garantir que o medicamento seja seguro e eficaz ao longo daquele período estipulado. “A indústria realiza testes rigorosos, inclusive “estressando” o produto em condições extremas de calor, umidade e luz, entre outras condições, para compreender sua suscetibilidade à degradação, além de conduzir estudos de estabilidade em condições exacerbadas e naturais para compreender o que acontece com o medicamento ao longo do tempo”.

De acordo com o toxicologista, o objetivo é identificar as substâncias que podem ser geradas pela degradação e, quando necessário, estabelecer limites máximos aceitáveis de impurezas. “Se a validade de um medicamento é de 18 meses ou de 2 anos, por exemplo, isso tem um motivo bem embasado. Depois desse período, não é possível afirmar que o produto continua eficaz e seguro sem estudos adicionais”, afirma Anax.

Degradação e perda de eficácia

A má conservação e a utilização de medicamentos após o vencimento podem ter consequências graves. No processo de produção, na indústria, todos os protocolos de fabricação são observados e todos os controles necessários são aplicados. Também existe controle sanitário sobre o transporte de medicamentos e o seu armazenamento em distribuidoras e farmácias. Porém, a maior preocupação dos toxicologistas é quando os produtos estão na casa do paciente.

“Fora das condições ideais estabelecidas no desenvolvimento do produto, reações químicas indesejadas podem ser aceleradas. Se há degradação do medicamento, a pessoa pode estar tomando algo que sofreu transformação. Isso significa que, além da perda de eficácia (quando a dose do princípio ativo diminui), você pode estar consumindo substâncias desconhecidas e potencialmente prejudiciais à sua saúde”, alerta Falcão.

Um hábito comum e perigoso é armazenar medicamentos em locais inadequados, como o armário do banheiro ou da cozinha, próximos ao fogão. “Normalmente lugares quentes e úmidos favorecem a ocorrência de reações químicas entre as substâncias. Não é aconselhável também que os medicamentos permaneçam dentro do carro ou em locais de calor extremo”, reforça o especialista.

Outra prática que merece atenção é a de retirar o medicamento da embalagem original, principalmente blísteres nesse caso, e guardá-lo em porta-medicamentos semanais. Embora facilite a administração para alguns pacientes, essa prática pode comprometer a estabilidade do medicamento ao expô-lo a condições diferentes das previstas em sua embalagem. Esse risco é mais relevante nos casos de medicamentos sensíveis à luz armazenados em embalagens que não asseguram a proteção requerida.

Risco da venda de medicamento em supermercados

O farmacêutico descreve, ainda, a importância da cadeia de custódia do medicamento, desde a indústria até a farmácia. “Esse tema também tem relação com a discussão sobre vender medicamentos no supermercado. Existem razões pelas quais o medicamento está dentro da farmácia. O farmacêutico é um agente de saúde preparado para lidar com os medicamentos de forma adequada. Não só o processo de fabricação, mas também de transporte dos medicamentos para distribuidoras e farmácias, é objeto de controle sanitário. A farmácia, em última instância, oferece um ambiente controlado de temperatura, umidade e iluminação, essencial para manter a estabilidade dos produtos”, esclarece.

Por todos estes fatores, a conscientização é fundamental. É preciso que todos os dizeres encontrados na bula, inclusive acerca das condições de armazenamento do medicamento, sejam respeitados pois, mesmo dentro da data de validade, deve-se observar a temperatura máxima e mínima à qual o produto pode ser exposto, além de outras informações importantes quando necessário. Além disso, Anax aconselha a sempre analisar o aspecto do medicamento e, caso perceba algo incomum, como cor ou consistência alterados, a empresa fabricante deve ser comunicada imediatamente, já que pode ter havido algum problema naquele lote produzido.

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