Drogaria Farmanato
  • Menu
    • Quem somos
    • Trabalhe conosco
    • SAC
    • Nossas lojas
  • Home
  • Saúde
  • Vida saudável
    • Nutrição
    • Fitness
  • Beleza
  • Encarte
  • Acontece
No Result
View All Result
Drogaria Farmanato
  • Menu
    • Quem somos
    • Trabalhe conosco
    • SAC
    • Nossas lojas
  • Home
  • Saúde
  • Vida saudável
    • Nutrição
    • Fitness
  • Beleza
  • Encarte
  • Acontece
No Result
View All Result
Drogaria Farmanato
No Result
View All Result
Home Saúde

Saúde e entidades divulgam carta contra farsa anticiência que ameaça vacinas

Em documento, Ministério da Saúde, SBPC e ABC condenam profissionais que propagam inverdades sobre imunizantes da covid-19 e difundem falsa “síndrome pós-spike”

André Silva Por André Silva
19 de novembro, 2025
em Saúde
0
Saúde e entidades divulgam carta contra farsa anticiência que ameaça vacinas

Foto: Reprodução

Ministério da Saúde, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC) divulgaram nesta terça-feira (18) uma carta conjunta repudiando a circulação de fake news sobre a vacina contra a covid-19. O documento aborda o caso de profissionais que vêm propagando, em redes sociais, alegações falsas sobre um suposto efeito colateral chamado “síndrome pós-spike”, termo sem qualquer reconhecimento científico.

A carta ressalta que o Brasil não tem mais um governo leniente em relação ao negacionismo, como ocorreu anteriormente. “Da parte do Ministério da Saúde, em parceria com a Advocacia-Geral da União (AGU), será feito tudo o que for possível, do ponto de vista jurídico, para impedir que esses profissionais continuem espalhando mentiras sobre vacinas e ainda lucrando com isso. É o negacionismo aliado à ganância.”

“Essa condição tem sido apresentada por alguns profissionais como se fosse consequência das vacinas contra a covid-19, mas essa doença não existe. Não há qualquer base científica que sustente tal afirmação, tampouco reconhecimento por parte de instituições sérias no Brasil ou no mundo. Anvisa, OMS, FDA e EMA, autoridades sanitárias e organismos internacionais de referência não reconhecem nem validam essa alegação”, alertam as instituições no documento.

O texto também lamenta que essas inverdades estejam sendo usadas para fins comerciais, agravando ainda mais o cenário. Segundo a carta, alguns profissionais têm promovido a tese fictícia para vender cursos, consultas e tratamentos sem eficácia.

“Criar uma doença fictícia para lucrar com o medo das pessoas é uma violação ética grave e coloca a população em risco. Quem espalha esse tipo de mentira enfraquece campanhas de vacinação, confunde famílias e ameaça principalmente crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas”, afirmam.

O documento reforça que a prática médica é regida por normas claras. O Código de Ética Médica proíbe divulgar tratamentos sem comprovação, fazer uso de linguagem sensacionalista ou oferecer métodos sem evidências para atrair pacientes. Quando esses limites são ultrapassados, a sociedade inteira fica exposta, e vidas podem ser colocadas em risco. “Vacinas protegem. O negacionismo mata pessoas. E o país precisa reagir com firmeza.”

Leia abaixo a carta na íntegra:

Brasil se une contra farsa anticiência que ameaça vacinas e explora a população

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e o Ministério da Saúde (MS) manifestam preocupação e firme repúdio à disseminação de alegações infundadas sobre uma suposta “síndrome pós-spike”, como noticiado pelo Estadão. Essa condição tem sido apresentada por alguns profissionais como se fosse consequência das vacinas contra a Covid-19, mas essa doença não existe. Não há qualquer base científica que sustente tal afirmação, tampouco reconhecimento por parte de instituições sérias no Brasil ou no mundo. Anvisa, OMS, FDA e EMA, autoridades sanitárias e organismos internacionais de referência não reconhecem nem validam essa alegação.

Mesmo sem qualquer comprovação, alguns profissionais têm usado essa tese inventada para vender cursos, consultas e tratamentos sem eficácia. Isso é extremamente preocupante. Criar uma doença fictícia para lucrar com o medo das pessoas é uma violação ética grave e coloca a população em risco. Quem espalha esse tipo de mentira enfraquece campanhas de vacinação, confunde famílias e ameaça principalmente crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas.

A prática médica tem regras claras. O Código de Ética Médica proíbe divulgar tratamentos sem comprovação, usar linguagem sensacionalista ou oferecer métodos sem evidência só para atrair pacientes. Quando isso acontece, a sociedade inteira fica exposta. Quando profissionais rompem esses limites, não apenas traem a confiança da sociedade, colocam vidas em risco. Negacionismo não é opinião, é uma ameaça real à saúde.

O Brasil não tem mais um governo leniente em relação ao negacionismo, como ocorreu anteriormente. Da parte do Ministério da Saúde, em parceria com a Advocacia-Geral da União (AGU), será feito tudo o que for possível, do ponto de vista jurídico, para impedir que esses profissionais continuem espalhando mentiras sobre vacinas e ainda lucrando com isso. É o negacionismo aliado à ganância.

Reafirmamos o que a ciência já demonstrou amplamente: as vacinas contra a Covid-19 são seguras, eficazes e salvaram milhões de vidas. Mais de 13 bilhões de doses aplicadas no mundo, somadas a milhares de estudos sérios, confirmam sua segurança. Isso é ciência. Isso é fato.

A saúde pública não é mercadoria. Não há espaço para teorias inventadas, marketing enganoso ou comércio de falsas curas. O Brasil não pode permitir retrocessos depois de tanto esforço para fortalecer o SUS e recuperar a confiança na ciência.

Chamamos a população a buscar informações em fontes confiáveis, denunciar práticas suspeitas e defender a vacinação como patrimônio coletivo.

Vacinas protegem. O negacionismo mata pessoas. E o país precisa reagir com firmeza. 

18 de novembro de 2025

Confira o documento na íntegra

Posts Relacionados

SUS amplia oferta de trombolíticos para infarto e AVC isquêmico

SUS amplia oferta de trombolíticos para infarto e AVC isquêmico

4 de setembro, 2026
Novas terapias contra o vitiligo abrem caminho para tratamento mais eficaz e duradouro

Novas terapias contra o vitiligo abrem caminho para tratamento mais eficaz e duradouro

4 de setembro, 2026

Mercado de medicamentos para diabetes estima alta 38% no Brasil

4 de setembro, 2026

Fiocruz vai iniciar testes da primeira vacina RNAm contra a covid-19

3 de setembro, 2026
Fonte: Ministério da Saúde
André Silva

André Silva

Posts Relacionados

SUS amplia oferta de trombolíticos para infarto e AVC isquêmico
Doenças

SUS amplia oferta de trombolíticos para infarto e AVC isquêmico

Por André Silva
4 de setembro, 2026
Novas terapias contra o vitiligo abrem caminho para tratamento mais eficaz e duradouro
Doenças

Novas terapias contra o vitiligo abrem caminho para tratamento mais eficaz e duradouro

Por André Silva
4 de setembro, 2026
Mercado de medicamentos para diabetes estima alta 38% no Brasil
Doenças

Mercado de medicamentos para diabetes estima alta 38% no Brasil

Por André Silva
4 de setembro, 2026
Proximo post
Ultraprocessados já são quase um quarto da alimentação dos brasileiros, alerta estudiosos

Ultraprocessados já são quase um quarto da alimentação dos brasileiros, alerta estudiosos

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Recomendados

SUS amplia oferta de trombolíticos para infarto e AVC isquêmico

SUS amplia oferta de trombolíticos para infarto e AVC isquêmico

4 de setembro, 2026
Novas terapias contra o vitiligo abrem caminho para tratamento mais eficaz e duradouro

Novas terapias contra o vitiligo abrem caminho para tratamento mais eficaz e duradouro

4 de setembro, 2026
Mercado de medicamentos para diabetes estima alta 38% no Brasil

Mercado de medicamentos para diabetes estima alta 38% no Brasil

4 de setembro, 2026
Fiocruz vai iniciar testes da primeira vacina RNAm contra a covid-19

Fiocruz vai iniciar testes da primeira vacina RNAm contra a covid-19

3 de setembro, 2026
Setor de artigos farmacêuticos cresce de 2,5% em julho

Setor de artigos farmacêuticos cresce de 2,5% em julho

3 de setembro, 2026
O antibiótico que vai para o lixo pode voltar como superbactéria

O antibiótico que vai para o lixo pode voltar como superbactéria

3 de setembro, 2026

© Farmanato Comercio de Medicamentos Ltda. Todos os direitos reservados. 10.700.167/0001-19

Nossas Redes

No Result
View All Result
  • Menu
    • Quem somos
    • Trabalhe conosco
    • SAC
    • Nossas lojas
  • Home
  • Saúde
  • Vida saudável
    • Fitness
    • Nutrição
  • Beleza
  • Encarte
  • Acontece

© Fcnn Comercio de Medicamentos Ltda. Todos os direitos reservados. 26.843.356/0001-80