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Home Doenças

TDAH: a importância de descobrir e tratar ao longo da vida

Estudos apontam que o TDAH pode afetar até 6% das crianças e adolescentes, enquanto a prevalência em adultos no Brasil gira em torno de 2,5%, podendo chegar a 4–6%

André Silva Por André Silva
28 de julho, 2025
em Doenças
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TDAH: a importância de descobrir e tratar ao longo da vida

Foto: Shutterstock

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por sintomas de desatenção, hiperatividade e impulsividade que comprometem o funcionamento acadêmico, ocupacional e social (o funcionamento de tarefas do dia a dia como aprendizado em idade escolar e atividades relacionados a trabalho, lazer ou em âmbito social). Quando esses sinais geram sofrimento ou prejuízo funcional em dois ou mais contextos (como casa, escola ou trabalho), é essencial buscar avaliação especializada.

TDAH pode afetar até 6% das crianças

Estudos apontam que o TDAH pode afetar até 6% das crianças e adolescentes, enquanto a prevalência em adultos no Brasil gira em torno de 2,5%, podendo chegar a 4–6%, dependendo da metodologia e dos critérios utilizados. Esses dados reforçam que o TDAH não é exclusivo da infância, e evidenciam a importância do cuidado com a saúde mental em todas as fases da vida.

Origem multifatorial

De origem multifatorial, envolvendo alterações neurobiológicas e forte componente genético, com herdabilidade estimada entre 60% e 90%, o TDAH na infância é mais frequentemente diagnosticado em meninos, pois as manifestações mais visíveis, como hiperatividade e comportamentos opositores, facilitam a identificação. Muitas mulheres, no entanto, só recebem o diagnóstico na idade adulta, geralmente por apresentarem sintomas como: retraimento social, ansiedade tristeza, medos, somatizações, sentimento de culpa.

Apresentação clínica

A apresentação clínica do TDAH é altamente heterogênea e frequentemente acompanhada de comorbidades psiquiátricas. Em crianças, são comuns os transtornos de aprendizagem, do espectro autista (TEA) e os tiques. Em todas as idades, podem estar associados distúrbios do sono, depressão e transtornos de ansiedade, conduta e de uso de substância. A presença dessas comorbidades intensifica a gravidade dos sintomas e aumenta os prejuízos funcionais, exigindo uma abordagem terapêutica individualizada e multidisciplinar.

Sinais variam conforme a idade

Os sinais variam conforme a idade. Na infância, podem surgir atrasos na linguagem e baixo rendimento escolar. Na primeira infância (que corresponde do nascimento até os 5 anos e 11 meses) predominam sintomas de hiperatividade e impulsividade. Os quadros de desatenção, esquecimentos, dificuldades com funções executivas, impulsividade, inquietação mental, a baixa tolerância à frustração e desregulação emocional podem estar presentes em todas as faixas etárias.

Diagnóstico clínico

O diagnóstico é clínico, baseado em entrevistas estruturadas, histórico do desenvolvimento e nos critérios diagnósticos descritos no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) e da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID).

Exames complementares e avaliações neuropsicológicas podem ser úteis para auxiliar o plano terapêutico e identificar comorbidades como a dislexia, mas não são determinantes. A avaliação deve ser conduzida por profissionais capacitados, como psiquiatras, neurologistas ou neuropediatras especializados em transtornos do neurodesenvolvimento.

Tratamento

O tratamento ideal é realizado por diferentes profissionais, associando medicamentos, psicoterapia e estratégias psicossociais. Os estimulantes, como metilfenidato e anfetaminas, são a primeira escolha em diretrizes de diferentes países e demonstram alta eficácia. Desde o início de 2024, o Brasil conta também com a atomoxetina, um não estimulante, indicado para pacientes com comorbidades, risco de efeitos colaterais ou necessidade de cobertura prolongada dos sintomas, inclusive no período noturno.

Reconhecer os sinais

A psicoterapia, especialmente as abordagens cognitivo-comportamentais, é essencial para ajudar o paciente a desenvolver estratégias de organização, planejamento, regulação emocional e enfrentamento dos desafios diários. O envolvimento da família, adaptações escolares e suporte contínuo são partes fundamentais do cuidado.

Reconhecer os sinais do TDAH e buscar ajuda especializada pode transformar trajetórias. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado promovem bem-estar, resgatam a autoestima e possibilitam uma vida mais equilibrada e produtiva.

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