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Home Saúde

30% dos brasileiros tomam antibióticos sem receita, diz pesquisa

Esse comportamento é mais comum entre pessoas das classes C (50%)

André Silva Por André Silva
21 de novembro, 2024
em Saúde
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30% dos brasileiros tomam antibióticos sem receita, diz pesquisa

Foto: Shutterstock

O uso indiscriminado de antibióticos é um problema de saúde pública observado em vários países do mundo, inclusive no Brasil. Para compreender os conhecimentos e as práticas da população em relação ao uso de antibióticos, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) realizou uma pesquisa nas cinco regiões do país, com 375 pessoas a partir dos 18 anos, entre 25 de outubro e 01 de novembro de 2024.

De acordo com o estudo, cerca de 70% dos pacientes responderam que seguem à risca a prescrição médica, porém 30% declararam que não fazem isso. Esse comportamento é mais comum entre pessoas das classes C (50%).

A maioria dos entrevistados (59%) declarou que não compra antibiótico sem receita, mas dentre daqueles que o fazem, 45,2% são pessoas residentes na região nordeste (34,8%). Outras formas citadas pelos entrevistados para acessar antibióticos sem receita foram: “pegou com um familiar”, “amigo que conhecia um farmacêutico”, “amostra grátis” e “já tinha em casa”.

As farmácias de bairro, com estrutura pequena, são os principais locais citados que dão acesso sem prescrição médica (27%), contra 15,3% das redes.

Embora a grande maioria (92,5%) cite que antibióticos combatem bactérias, um número menor (63%) conhece sua finalidade exclusiva. Um dado que mostra desconhecimento é que 37% dos respondentes acreditam que antibióticos também podem ser utilizados para combater vírus, fungos e até vermes e parasitas.

Entre aqueles que desconhecem o uso correto desse tipo de medicamento, 72,2% são das classes C, D e E, e, em sua maioria, residentes nas regiões Sudeste (43,1%) e Nordeste (25,7%).

Panorama de desinformação

Os dados indicam também que:

  • 55,5% desconhecem o fato de que há possibilidade do desenvolvimento de resistência bacteriana aos antibióticos;
  • 30,9% sabem que essa classe de medicamento combate somente as bactérias;
  • 80% obtêm informações sobre antibiótico de profissionais de saúde, médicos e entidades de saúde, porém 33,3% procuram se atualizar por meio de redes sociais e influenciadores digitais, que não são fontes primárias de informação sobre o tema.

“A pesquisa traz um panorama de vida real de desinformação e um viés de comportamento que colocam os antibióticos como uma questão sensível. E isso pode ser atribuído a vários motivos como: o uso inadequado e indiscriminado que pode levar à resistência bacteriana; a procura de vários profissionais até conseguirem obter a prescrição médica; a partir de um conceito equivocado de que o antibiótico resolve tudo”, explica Ana Gales, infectologista e coordenadora do comitê de resistência antimicrobiana da Sociedade Brasileira de Infectologia.

Ranking da automedicação

A análise mostrou que 24,5% dos brasileiros usam antibiótico por conta própria uma ou mais vezes por ano.

As situações que mais demandam a procura por antibióticos são:

  • dor de garganta (62,4% das menções)
  • resfriado e gripe (26,8%)
  • sinusite (18,8%)
  • ardência ao urinar (14,1%)
  • tosse (14,1%)
  • dor muscular (13,4%)
  • dor de cabeça (12,8%)
  • Alergia (8,1%)
  • Rinite (7,4%)
  • Micose (2,7%)
  • ISTs (2,0%)
  • Outros (4,0%)

Campanha de conscientização sobre antibióticos

A partir do desafio que envolve o cenário dos antibióticos no país, a SBI lança a campanha “Será que Precisa? Informe-se sobre o uso adequado dos antibióticos”.

“A iniciativa chega com o objetivo de acompanhar de perto e reforçar as principais questões sobre prescrição e uso adequado dos antibióticos para que médicos, profissionais de saúde, pacientes e sociedade civil estejam na mesma página”, alerta Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

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