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Fazer exercícios 2 vezes por semana poderia evitar 264 doenças, aponta estudo

Na pesquisa, foram avaliadas 678 condições de saúde

André Silva Por André Silva
3 de outubro, 2024
em Sem categoria
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Fazer exercícios 2 vezes por semana poderia evitar 264 doenças, aponta estudo

Foto: Shutterstock

Acumular o tempo recomendado de exercícios físicos por semana em apenas dois dias reduziria o risco de desenvolver 264 doenças em comparação a manter-se sedentário, segundo estudo de pesquisadores do Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos, publicado na revista científica Circulation, da American Heart Association (AHA). Na pesquisa, foram avaliadas 678 condições de saúde.

Quem é adepto desse padrão de prática de atividade física é conhecido como “guerreiro do fim de semana”, já que sábado e domingo tendem a ser os dias escolhidos para exercitar o corpo.

Não houve diferenças significativas no nível de proteção quando os pesquisadores compararam os guerreiros do fim de semana com pessoas que distribuem o tempo recomendado em mais dias. “Notamos associações particularmente fortes com condições cardiometabólicas incidentes (principal foco do estudo), como hipertensão, diabetes, obesidade e apneia do sono, com até 50% menor risco observado tanto com o padrão de ‘guerreiro do fim de semana’ quanto com atividade regular”, escreveram.

Antigamente, a recomendação era de que as pessoas deveriam se exercitar pelo menos cinco vezes por semana durante 30 minutos. Isso mudou na última década, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a recomendar ao menos 150 minutos de atividade física moderada e intensa semanalmente, sem indicar qual o padrão a ser seguido.

“Como parece haver benefícios semelhantes para o guerreiro de fim de semana em comparação à atividade regular, pode ser o volume total de atividade, em vez do padrão, que mais importa”, afirmou Shaan Khurshid, coautor sênior do estudo, em comunicado à imprensa.

Metodologia

O estudo foi observacional, ou seja, analisou os desfechos em uma determinada população, sem qualquer intervenção. Os cientistas recorreram a dados de cerca de 90 mil pacientes do UK Biobank, um grande estudo de longo prazo no Reino Unido que investiga o impacto de fatores genéticos e ambientais no desenvolvimento de doenças.

Os pacientes incluídos na análise foram acompanhados por uma semana — uma das limitações do estudo, pois um acompanhamento maior poderia ser mais adequado — com um acelerômetro triaxial, que permitiu classificar o padrão de exercício físico em três grupos: inativo, atividade regular e guerreiro do fim de semana. De acordo com os pesquisadores, essa tecnologia, presente em quase todos os smartwatches, traz mais qualidade aos dados do que os tradicionais formulários em que a própria pessoa relata o padrão de atividade física.

O estudo se soma a outros que apontaram benefícios semelhantes à saúde do padrão “guerreiro do fim de semana” em comparação com pessoas que distribuem o exercício em mais dias. Uma pesquisa do mesmo grupo, publicada no respeitado jornal científico Jama, mostrou que, em comparação com a inatividade, os dois perfis foram associados a riscos igualmente menores de ataque cardíaco, insuficiência cardíaca, fibrilação atrial (um tipo de arritmia) e acidente vascular cerebral (AVC).

Pesquisadores, que não estiveram envolvidos na pesquisa, comentam que os resultados são “interessantes” e “robustos”, no entanto, há limitações que dificultam extrapolá-los para outras populações — a começar pelo fato de que os cientistas recorreram a um banco de dados britânico, com nações ricas e desenvolvidas.

O que importa é fazer exercício

Para Guilherme Artioli, integrante do Grupo de Pesquisa em Fisiologia Aplicada e Nutrição da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), a principal mensagem do estudo é que não faz muita diferença se exercitar em dois dias, no fim de semana, em dois dias consecutivos ou espalhar o treino ao longo da semana. “O que importa é você fazer exercício”, afirma.

Segundo ele, estamos em um momento de transição das recomendações sobre a prática de exercícios, e algumas ainda reforçam o conceito de divisão e constância. “Por mais que isso não esteja tecnicamente errado, talvez tenha um efeito negativo ao colocar na cabeça da população que o exercício físico está associado à perfeição. Que, se não for perfeito, não está bom. E as evidências que estamos acumulando nos últimos anos têm indicado o oposto, que qualquer exercício é bom.”

Artioli comenta que essas pesquisas também ajudam a desconstruir um antigo temor de que pessoas que têm um comportamento sedentário ao longo da semana teriam um risco cardíaco aumentado ao se envolverem em atividades moderadas e/ou intensas aos fins de semana. Esse temor, diz o doutor em Educação Física, levava em consideração raros casos de eventos cardíacos agudos durante exercício físico em pessoas com alguma doença de base, às vezes desconhecida — por isso, há uma indicação de check-up médico antes de praticar qualquer tipo de atividade física.

No entanto, ele reforça que um dos princípios do treinamento é a progressão. Ou seja, o objetivo pode ser 150 ou 200 minutos por semana, mas isso não significa que você precise começar fazendo tudo. “Você tem que preparar o corpo para evitar possíveis problemas musculoesqueléticos.”

Não somos só coração e vasos

Embora considere os achados interessantes, Átila Alexandre Trapé, professor da Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto da USP (EEFERP-USP), destaca que: “Uma pessoa não é só coração e vasos.”

Ele pondera que o estudo não avalia, por exemplo, pessoas que acumulam todo o tempo de exercício recomendado em um dia só. “Pense naquela pessoa que vai praticar futebol de domingo, durante duas horas e meia, a chance de ela se lesionar pode ser muito maior.”

No novo estudo, os pesquisadores observaram risco aumentado de distúrbios musculoesqueléticos para ambos os grupos ativos fisicamente (os guerreiros do fim de semana e aqueles com um padrão mais uniforme), porém encontraram benefícios contra a osteoartrose (popularmente chamada de artrose) e condições degenerativas da coluna.

“Futuros trabalhos são necessários para identificar métodos para reduzir o risco de condições potencialmente relacionadas ao uso excessivo (de músculos, articulações e da pele)”, escreveram.

Trapé frisa ainda que o exercício tem benefícios que vão além do lado biológico, que talvez não sejam acessados num padrão de guerreiro do fim de semana. “Há aspectos sociais, de possibilidades de interação com o ambiente e de vínculos com pessoas nesses espaços.” Essas dimensões, inclusive, podem ser fundamentais para abandonar o sedentarismo e persistir na prática de atividade física.

“Dentro desse olhar ampliado de saúde e da atividade física, pensar em praticar só uma ou duas vezes por semana é motivo de preocupação, principalmente para quem tiver possibilidade de praticar mais.”

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