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Diabetes: doença deve atingir 1,3 bilhão de pessoas até 2050

Atualmente, a doença afeta mais de meio bilhão de pessoas, incluindo homens, mulheres e criança

André Silva Por André Silva
5 de novembro, 2024
em Sem categoria
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Diabetes: doença deve atingir 1,3 bilhão de pessoas até 2050

Foto: Shutterstock

De acordo com artigo publicado pela revista científica The Lancet, o número de pessoas com diabetes pode chegar a 1,3 bilhão nos próximos trinta anos no mundo. Atualmente, a doença afeta mais de meio bilhão de pessoas, incluindo homens, mulheres e criança. Segundo cálculos recentes, a taxa de prevalência mundial é de 6,1%, tornando a patologia uma das dez principais causas de morte.

No Brasil, o estudo Vigitel 2023, apresentado pelo Ministério da Saúde, apontou que a frequência do diagnóstico médico de diabetes foi de 10,2%, sendo maior entre as mulheres 11,1%. Os homens aparecem com 9,1%. A pesquisa, que é realizada desde 2006 com o objetivo de retratar fatores de proteção e de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas no país, também revelou que São Paulo está entre as três maiores incidências nos resultados, com 12,7%, ficando atrás somente de Campo Grande (12,9%) e Fortaleza (13,6%). O levantamento considerou as 26 capitais brasileiras e Distrito Federal.

A Dra. Elaine Dias JK, PhD em endocrinologia pela USP e metabologista, confirma que os casos vêm aumentando expressivamente e, muitas vezes, de forma silenciosa, especialmente entre pacientes do sexo feminino. “Na clínica, atendemos muito mais mulheres, de diferentes faixas etárias. A doença é causada pela baixa produção ou má ação da insulina, hormônio responsável por regular a glicose no sangue e garantir a energia para o organismo. Infelizmente, a estimativa é que até 2045 a patologia afete 23,2 milhões de brasileiros adultos. O sobrepeso e a obesidade são os principais fatores que podem levar ao diabetes tipo 2, que é mais sério e pode apresentar complicações, como: doenças cardiovasculares, cérebro vasculares , hipertensão, insuficiência renal, perda de visão e até a amputação de membros”, explica a médica.

Diferenças entre os tipos de diabetes

Diante desse cenário, a Dra. Elaine ressalta a importância do diagnóstico precoce e aponta que há grandes avanços na medicina para tratamento em suas diferentes fases. A endocrinologista participa de congressos mundiais, inclusive no exterior, e acompanha muitos estudos, além de ter pacientes com a patologia. Ela explica que as diferenças entre os tipos de diabetes, são:

–Diabetes tipo 1: quando a produção de insulina pelo pâncreas é insuficiente;

–Diabetes tipo 2: quando há resistência à insulina e/ou produção insuficiente no organismo, o diagnóstico mais comum entre os brasileiros;

–Pré-diabetes: quando o nível e/ou a média da glicose no sangue estão mais alto que o esperado, porém, não atingiu ainda o nível para o diagnóstico de diabetes;

-Diabetes gestacional: aumento da glicose em níveis anormais durante a gestação.

A especialista revela que, apesar de muitos pacientes serem assintomáticos, eles apresentam indicativos que levam à investigação pelo diagnóstico, como: sede e fome excessivos, com vontade frequente de urinar; perda de peso sem motivo aparente; fraqueza; visão embaçada e feridas que demoram a cicatrizar. “Por isso, é extremamente importante realizar os exames laboratoriais que sinalizam para o diagnóstico e as consultas periódicas com um especialista. Assim, será possível fazer o cruzamento de sinais e sintomas com as taxas apontadas pelos exames. E cada vez mais é necessário esse cuidado a partir da infância, visando a prevenção, com orientações alimentares adequadas, prática de atividades físicas e introdução medicamentosa, se for necessário”, explica a Dra. Elaine.

Tratamentos da diabetes

Sobre os tratamentos, a Dra. Elaine explica que há diversas opções na medicina, tanto orais quanto através de aplicações de insulina. “Hoje, temos insulinas de longa duração, medicamentos orais que melhoram os níveis glicêmicos, a função renal e insuficiente cardíaca como das classes dos inibidores de SGLT2 (Jardiance, Forxiga e Xigduo). Medicamentos subcutâneos que aplicam 1 vez por semana e, além de melhorarem os níveis glicêmicos, também ajudam no processo de emagrecimento e diminuem eventos cardíacos, como os análogos de GLP1 (Saxenda, Ozempic e WeGovy) e agonistas de GLP1 e GIP (Monjauro) que são hormônios intestinais”, complementa a especialista.

Ainda sobre os avanços da medicina, a Dra. Elaine enfatiza que há tecnologias capazes de monitorar o nível glicêmico em tempo real, sem a necessidade de coletar sangue através de aparelhos que furam o dedo em casa. “O aplicativo FreeStyle Libre permite que o paciente acompanhe pelo celular a dosagem de açúcar e compartilhe facilmente com o médico. Ou seja, há muitos artifícios que auxiliam o dia a dia dos pacientes com a patologia, mas, é fundamental prevenir, ter cuidados com a alimentação e manter a consulta regularmente”, conclui.

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