Drogaria Farmanato
  • Menu
    • Quem somos
    • Trabalhe conosco
    • SAC
    • Nossas lojas
  • Home
  • Saúde
  • Vida saudável
    • Nutrição
    • Fitness
  • Beleza
  • Encarte
  • Acontece
No Result
View All Result
Drogaria Farmanato
  • Menu
    • Quem somos
    • Trabalhe conosco
    • SAC
    • Nossas lojas
  • Home
  • Saúde
  • Vida saudável
    • Nutrição
    • Fitness
  • Beleza
  • Encarte
  • Acontece
No Result
View All Result
Drogaria Farmanato
No Result
View All Result
Home Doenças

Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis

Estudo internacional foi publicado pela revista The Lancet

André Silva Por André Silva
20 de fevereiro, 2026
em Doenças
0
Quatro em cada dez mortes por câncer no Brasil são evitáveis

Foto: Agência Brasil

Um estudo internacional sobre mortes por câncer no mundo estima que 43,2% dos óbitos provocados pela doença no Brasil poderiam ser evitados com medidas de prevenção, diagnóstico precoce e melhor acesso ao tratamento.

A pesquisa estima que, dos casos de câncer diagnosticados no país em 2022, cerca de 253,2 mil devem resultar em morte até cinco anos após a detecção. Dessas, 109,4 mil poderiam ser evitadas.

O estudo Mortes evitáveis por meio da prevenção primária, detecção precoce e tratamento curativo do câncer no mundo faz parte da edição de março da revista científica The Lancet, uma das publicações médicas mais conceituadas internacionalmente. O artigo está disponível na internet.

O trabalho é assinado por 12 autores, oito deles vinculados à Agência Internacional para Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS) e sediada em Lyon, na França.

Os pesquisadores dividem as quase 110 mil mortes por câncer evitáveis no Brasil em dois grupos: 65,2 mil são preveníveis, ou seja, a doença poderia nem ter ocorrido, e as outras 44,2 mil são classificadas como evitáveis por diagnóstico precoce e acesso adequado a tratamento.

Mundo

O levantamento apresenta um olhar global sobre mortes por câncer. O estudo apurou informações sobre 35 tipos de câncer em 185 países.

Em termos mundiais, o percentual de óbitos evitáveis é de 47,6%. Isso representa que, dos 9,4 milhões de mortes causadas pela doença, quase 4,5 milhões poderiam não ter acontecido.

O grupo de pesquisa detalha que, do total de mortes, uma em cada três (33,2%) é prevenível, e 14,4% poderiam não acontecer caso houvesse diagnóstico precoce e acesso a tratamento.

Ao estimar quantas mortes poderiam ser evitadas por medidas de prevenção, os pesquisadores apontam cinco fatores de risco:

  • tabaco;
  • consumo de álcool;
  • excesso de peso;
  • exposição à radiação ultravioleta;
  • e infecções (causadas por vírus como o do HPV e o da hepatite e pela bactéria Helicobacter pylori).

Disparidades

Ao comparar países, regiões geográficas e nível de desenvolvimento, o estudo identifica disparidades ao redor do mundo.

Os países do norte da Europa apresentam percentual de mortes evitáveis bem próximo de 30%. O mais bem posicionado é a Suécia (28,1%), seguido por Noruega (29,9%) e Finlândia (32%). Isso significa que, de cada dez mortes, apenas três poderiam ser evitadas.

Já no outro extremo, as dez maiores proporções de mortes evitáveis estão em países africanos. A pior situação é em Serra Leoa (72,8%). Em seguida, figuram Gâmbia (70%) e Malaui (69,6%).

Nesses países, sete em cada dez mortes poderiam ser evitadas com mais prevenção, melhor diagnóstico e acesso a tratamento.

Menores índices de mortes evitáveis:

  • Austrália e Nova Zelândia: 35,5%;
  • Norte da Europa: 37,4%;
  • América do Norte: 38,2%.

Maiores proporções:

  • África Oriental: 62%;
  • África Ocidental: 62%;
  • África Central: 60,7%.

A América do Sul tem 43,8% de mortes por câncer evitáveis, indicador bem parecido com o do Brasil.

IDH

As desigualdades também aparecem quando os países são agrupados por Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), um indicador da Organização das Nações Unidas (ONU) que leva em consideração os níveis de saúde, educação e renda.

Nos países de baixo IDH, que significa pior qualidade de vida, seis em cada dez (60,8%) mortes por câncer poderiam ter sido evitadas.

Em seguida, situam-se os grupos de IDH alto (57,7%), médio (49,6%) e muito alto (40,5%). O Brasil é considerado um país de IDH alto.

A pesquisa revela que no grupo de países com baixo e médio IDH, o câncer de colo de útero é o primeiro na lista de mortes evitáveis.

Posts Relacionados

Insônia: nova classe de medicamentos DORA chega como opção ao zolpidem

Insônia: nova classe de medicamentos DORA chega como opção ao zolpidem

23 de abril, 2026
Beleza cresce no digital e muda o jogo nas farmácias

Beleza cresce no digital e muda o jogo nas farmácias

23 de abril, 2026

Ministério da Saúde alerta para risco de casos de sarampo após Copa

23 de abril, 2026

Não erre o horário dos medicamentos: veja guia completo com todos os intervalos

22 de abril, 2026

Já nos grupos de IDH alto e muito alto, esse tipo de câncer sequer aparece entre os cinco principais tipos da doença em número de mortes evitáveis.

Outra forma de enxergar a disparidade entre os países é a diferença entre as taxas de mortalidade por câncer do colo do útero. Em países com IDH muito alto, a proporção é de 3,3 de vítimas da doença a cada 100 mil mulheres. Já nos de IDH baixo, essa relação sobe para 16,3 por 100 mil.

Tipos de câncer

O estudo publicado na The Lancet estima que 59,1% das mortes evitáveis são relacionadas aos cânceres de pulmão, fígado, estômago, colorretal e colo do útero.

Quando se observam apenas os casos de câncer que poderiam ser evitados por medidas preventivas, o maior causador do óbito é o câncer de pulmão. Foram 1,1 milhão de mortes, correspondendo a 34,6% de todas as mortes preveníveis por câncer.

Já o câncer de mama nas mulheres foi o que teve mais mortes tratáveis, ou seja, pessoas que poderiam sobreviver recebendo diagnóstico no tempo certo e acesso a tratamento adequado. Foram 200 mil, o que representa 14,8% de todas as mortes em casos tratáveis.

Combate

Os pesquisadores apontam caminhos para diminuir o número de mortes evitáveis. Um deles é a realização de campanhas e ações que diminuam a incidência do tabagismo e do consumo de álcool, além de aumento de preço desses produtos, como forma de desestimular o consumo.

O estudo direciona atenção também ao excesso de peso. “O crescente número de pessoas com excesso de peso representa desafios consideráveis para a saúde global”, apontam os autores.

Eles sugerem iniciativas como intervenções “que regulam a publicidade, a rotulagem e [majoração] de impostos sobre alimentos e bebidas não saudáveis”.

Os pesquisadores enfatizam a importância da prevenção a infecções que são associadas ao câncer, como o HPV, que é prevenível por vacinação.

Os autores apontam ainda a necessidade de focar em metas relacionadas à detecção do câncer de mama.

“Alcançar as metas da OMS de que pelo menos 60% dos cânceres de mama sejam diagnosticados nos estágios um ou dois [escala que vai até zero a cinco] e que mais de 80% dos pacientes recebam diagnóstico dentro de 60 dias após a primeira consulta”.

“São necessários esforços globais para adaptar a prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento do câncer a fim de enfrentar as desigualdades nas mortes evitáveis, especialmente em países com baixo e médio IDH”, conclui o estudo.

Aqui no Brasil, o Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) fazem campanhas regulares de prevenção e diagnóstico precoce.

Fonte: Agência Brasil
André Silva

André Silva

Posts Relacionados

Insônia: nova classe de medicamentos DORA chega como opção ao zolpidem
Saúde

Insônia: nova classe de medicamentos DORA chega como opção ao zolpidem

Por André Silva
23 de abril, 2026
Beleza cresce no digital e muda o jogo nas farmácias
Beleza

Beleza cresce no digital e muda o jogo nas farmácias

Por André Silva
23 de abril, 2026
Ministério da Saúde alerta para risco de casos de sarampo após Copa
Doenças

Ministério da Saúde alerta para risco de casos de sarampo após Copa

Por André Silva
23 de abril, 2026
Proximo post
Canetas emagrecedoras no pós-parto: busca aumenta, mas há risco para a amamentação?

Canetas emagrecedoras no pós-parto: busca aumenta, mas há risco para a amamentação?

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Recomendados

Insônia: nova classe de medicamentos DORA chega como opção ao zolpidem

Insônia: nova classe de medicamentos DORA chega como opção ao zolpidem

23 de abril, 2026
Beleza cresce no digital e muda o jogo nas farmácias

Beleza cresce no digital e muda o jogo nas farmácias

23 de abril, 2026
Ministério da Saúde alerta para risco de casos de sarampo após Copa

Ministério da Saúde alerta para risco de casos de sarampo após Copa

23 de abril, 2026
Não erre o horário dos medicamentos: veja guia completo com todos os intervalos

Não erre o horário dos medicamentos: veja guia completo com todos os intervalos

22 de abril, 2026
Anvisa aprova Mounjaro para criança e adolescente com diabetes tipo 2

Anvisa aprova Mounjaro para criança e adolescente com diabetes tipo 2

22 de abril, 2026
Fabricante de preservativos pode subir preços em 30% devido à guerra no Irã

Fabricante de preservativos pode subir preços em 30% devido à guerra no Irã

22 de abril, 2026

© Farmanato Comercio de Medicamentos Ltda. Todos os direitos reservados. 10.700.167/0001-19

Nossas Redes

No Result
View All Result
  • Menu
    • Quem somos
    • Trabalhe conosco
    • SAC
    • Nossas lojas
  • Home
  • Saúde
  • Vida saudável
    • Fitness
    • Nutrição
  • Beleza
  • Encarte
  • Acontece

© Fcnn Comercio de Medicamentos Ltda. Todos os direitos reservados. 26.843.356/0001-80