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Home Doenças

Espirros, tosse e coceira: por que as alergias pioram no inverno?

A rinite alérgica, a sinusite, a asma e a dermatite atópica se intensificam nos meses frios

André Silva Por André Silva
27 de maio, 2025
em Doenças
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Espirros, tosse e coceira: por que as alergias pioram no inverno?

Foto: Shutterstock

As temperaturas caem, os ambientes se fecham, o ar resseca e os sintomas aparecem. Espirros repetitivos, nariz congestionado, coceira nos olhos, tosse seca, falta de ar. Em milhares de lares brasileiros, o inverno se anuncia não apenas com cobertores e roupas pesadas, mas com o retorno das alergias respiratórias e dermatológicas.

A rinite alérgica, a sinusite, a asma e a dermatite atópica se intensificam nos meses frios. Mas o que muitos não sabem é que por trás desses sintomas, existe um organismo inflamado, carente de nutrientes essenciais e com um sistema imune desregulado.

Alergias de inverno: o que está por trás dos sintomas?

Durante o inverno, diversos fatores ambientais contribuem para a piora das alergias:

  • Ambientes fechados e pouco ventilados aumentam o contato com alérgenos como ácaros e mofo.
  • Mudanças bruscas de temperatura irritam as vias respiratórias.
  • Ar mais seco favorece o ressecamento das mucosas, facilitando a entrada de agentes irritantes.
  • Maior circulação de vírus compromete a imunidade e reativa quadros de asma e rinite.

O médico nutrólogo, Dr. Gustavo de Oliveira Lima alerta: “Esses são apenas os gatilhos. A causa mais profunda está no estado do organismo que os recebe. Em um corpo inflamado, desnutrido ou imunologicamente vulnerável, qualquer exposição se transforma em crise.”

A inflamação invisível por trás das alergias

As alergias não são causadas por fraqueza, mas por um sistema imune hiper-reativo. O organismo, em vez de ignorar substâncias inofensivas como poeira ou ácaros, reage de forma exagerada, liberando histamina, provocando coceira, inchaço e secreções.

Essa resposta inflamatória é ainda mais intensa quando o corpo já vive em um estado de inflamação crônica de baixo grau, frequentemente causada por:

  • Dietas ricas em açúcares, farináceos e ultraprocessados;
  • Consumo excessivo de laticínios industrializados (que podem piorar a produção de muco);
  • Baixa ingestão de antioxidantes naturais;
  • Deficiência de vitamina D, zinco, magnésio e ômega-3, nutrientes essenciais à regulação imunológica;

Ao contrário da visão tradicional que foca apenas no controle de sintomas com medicamentos, a nutrologia propõe um olhar mais estratégico: tratar a base inflamatória e imunológica que sustenta o ciclo alérgico.

O papel da alimentação na modulação imunológica

Através de uma abordagem multidiciplinar, é possível adotar uma alimentação com foco anti-inflamatório, imunorregulador e rica em compostos bioativos. Veja os principais aliados:

Vitamina D: o escudo natural do corpo

Com a redução da exposição solar no inverno, os níveis de vitamina D caem e com eles, a eficácia do sistema imune. Estudos associam a deficiência de vitamina D ao agravamento de asma, rinite e infecções respiratórias.

Fontes: exposição solar controlada, suplementação orientada, ovos, peixes de águas frias.

Ômega-3: o anti-inflamatório da natureza

Encontrado em peixes como salmão e sardinha, o ômega-3 tem ação potente na regulação da inflamação alérgica, reduzindo episódios de broncoespasmo e produção excessiva de muco.

Zinco e Magnésio: cofatores imunológicos

Esses minerais participam de centenas de reações bioquímicas, inclusive no equilíbrio das células imunes. Sua deficiência torna o corpo mais reativo, desprotegido e inflamado.

Alimentos ricos em antioxidantes

Frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre, alho, folhas verdes e azeite de oliva combatem o estresse oxidativo que intensifica os quadros alérgicos.

Alimentos que devem ser evitados durante as crises:

  • Laticínios convencionais (aumentam secreção e muco)
  • Alimentos ultraprocessados, embutidos e refinados (agravam a inflamação)
  • Açúcares em excesso (reduzem a ação dos glóbulos brancos)

Cuidar da microbiota também é parte do tratamento

O intestino é a sede de mais de 70% do sistema imune. Quando a microbiota intestinal está desequilibrada, as barreiras de defesa falham, e o organismo passa a reagir mal até a estímulos inofensivos.

Por isso, uma abordagem completa também envolve:

  • Uso de probióticos e prebióticos
  • Dieta rica em fibras e alimentos fermentados naturais
  • Redução de substâncias inflamatórias como glúten e corantes artificiais

Diagnóstico e plano de ação: mais do que antialérgicos

No consultório, o nutrólogo pode solicitar exames para avaliar:

  • Níveis de vitamina D, zinco, magnésio, B12
  • Marcadores inflamatórios
  • Perfil hormonal (especialmente cortisol, que modula a imunidade)
  • Status da microbiota (quando necessário)

Com essas informações, é possível montar um protocolo de reeducação alimentar, suplementação e reequilíbrio metabólico que atua de forma direta na causa do problema, e não apenas nos sintomas.

Alergia não é só poeira é um corpo pedindo equilíbrio

O inverno traz à tona mais do que crises alérgicas. Ele expõe, silenciosamente, um organismo inflamado, carente de nutrientes e sobrecarregado por hábitos que enfraquecem suas defesas.

O Dr. Gustavo de Oliveira Lima conclui: “A boa notícia é que é possível virar esse jogo. É possível modular o sistema imune, reduzir a reatividade e prevenir crises antes que elas comecem. Alergia não é destino. É um sinal. E cada sinal tem um caminho de volta ao equilíbrio.”

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